


EXÉRCITO BRASILEIRO
Missão e Visão de Futuro
Contribuir para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social, para isso, preparar a Força Terrestre, mantendo-a em permanente estado de prontidão.
Visão de Futuro do Exército
Até 2022, o processo de transformação do Exército chegará a uma nova doutrina – com o emprego de produtos de defesa tecnologicamente avançados, profissionais altamente capacitados e motivados – para que o exército enfrente, com os meios adequados, os desafios do século XXI, respaldando as decisões soberanas do Brasil no cenário internacional.
Síntese dos Deveres, Valores e da Ética do Exército.
Patriotismo – amar a Pátria – História, Símbolos, Tradições e Nação – sublimando a determinação de defender seus interesses vitais com o sacrifício da própria vida.
Dever – cumprir a legislação e a regulamentação a que estiver submetido, com autoridade, determinação, dignidade e dedicação, assumindo a responsabilidade pelas decisões que tomar.
Lealdade – cultuar a verdade, sinceridade e sadia camaradagem, mantendo- se fiel aos compromissos assumidos.
Probidade – pautar a vida, como soldado e cidadão, pela honradez, honestidade e pelo senso de justiça.
Coragem – ter a capacidade de decidir e a iniciativa de implementar a decisão, mesmo com o risco de vida ou de interesses pessoais, no intuito de cumprir o dever, assumindo a responsabilidade por sua atitude.
Fatores Críticos para o Êxito da Missão do Exército
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Comprometimento com a missão, a visão de futuro e os valores, deveres e a Ética do Exército.
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Coesão, alicerçada na camaradagem e no espírito de corpo, capaz de gerar sinergia para motivar e movimentar a Força na consecução de seus
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Liderança que incentive direta ou indiretamente, particularmente pelo exemplo, o homem e as organizações militares para o cumprimento, com determinação, da missão do Exército.
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Qualificação profissional e moral, que desenvolva a autoconfiança, autoestima e motivação dos componentes da Instituição, reforcem o poder de dissuasão do Exército e, ainda, contribua para a formação de cidadãos-soldados úteis à sociedade.
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Tecnologia moderna e desenvolvida, buscando reduzir o hiato em relação aos exércitos mais adiantados e a dependência bélica do
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Equipamento adequado em qualidade e quantidade para conferir, no campo material, o desejado poder de dissuasão à Força
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Adestramento capaz de transformar homem, tropa e comando – desde os escalões elementares – num conjunto harmônico, operativo e determinado no cumprimento de qualquer missão.
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Integração Inter forças nas operações combinadas e atividades de cunho administrativo em tempo de paz, compartilhando e otimizando
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Excelência gerencial, caracterizada pela contínua avaliação, inovação e melhoria da gestão, que resulte na otimização de resultados, seja do emprego de recursos, seja dos processos, produtos e serviços a cargo da Força.
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Integração à Nação, identificando suas necessidades, interpretando seus anseios, comungando de seus ideais e participando de suas realizações, conforme nossa Missão Constitucional ou por meio de Ações Subsidiárias.
Exército Brasileiro (EB) é uma das três Forças Armadas do Brasil, responsável, no plano externo, pela defesa do país em operações eminentemente terrestres e, no interno, pela garantia da lei, da ordem e dos poderes constitucionais. O Comandante Supremo é o Presidente da República. Entre 1808 e 1967, o responsável pela gestão do Exército foi o Ministério da Guerra. De 1967 a 1999, passou a ser denominado Ministério do Exército. Desde 1999, na estrutura do Governo do Brasil, o exército está enquadrado no Ministério da Defesa, ao lado da Marinha e da Força Aérea.
Em tempos de paz, as tropas do exército estão continuamente preparando-se para atuar em situações de conflito ou guerra. Além disso, são empregadas para a defesa da faixa de fronteira (tarefa conjunta com a força aérea) e para levar alimentos e serviços médicos a pontos isolados do território, participação e coordenação de campanhas sociais e pesquisas científicas (como as desenvolvidas no Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e garantir a democracia brasileira, apoiando as eleições. Na área da educação, cita-se como exemplo o Instituto Militar de Engenharia (IME).
Além de possuir o segundo maior efetivo entre os exércitos da América Latina (atrás da Colômbia), com 219 585 soldados, e uma reserva de 280 000 homens, que são convocados anualmente para apresentação, durante os cinco anos subsequentes ao desligamento (reserva que pode chegar a quase quatro milhões, se considerarmos os brasileiros em idade para prestar o serviço militar), o Exército Brasileiro também possui a maior quantidade de veículos blindados da América do Sul, somados os veículos blindados para transporte de tropas e carros de combate principais. Possui uma grande unidade de elite, com efetivos de comandos e de forças especiais, especializada em missões não convencionais, o Comando de Operações Especiais, única na América Latina, além de uma Força de Ação Rápida Estratégica, formada por unidades de elite altamente mobilizáveis e preparadas (Brigada de Operações Especiais, Brigada de Infantaria Paraquedista, 1.º Batalhão de Infantaria de Selva e 12.ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) para atuar em qualquer parte do território nacional, em curto espaço de tempo, na hipótese de agressão externa.
Além disso, possui unidades de elite especialistas em combates em biomas característicos do território brasileiro como o pantanal (17.º Batalhão de Fronteira), a caatinga (72.º Batalhão de Infantaria Motorizado), a montanha (11.º Batalhão de Infantaria de Montanha) e a selva. As unidades de selva possuem renome internacional, reconhecidas como as melhores unidades de combate nesse ambiente do mundo. São formadas por militares da região amazônica e oriundos de outras regiões, profissionais especialistas em guerra na selva pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva. Essas unidades são enquadradas pelas 1.ª, 2.ª, 16.ª, 17.ª e 23.ª Brigada de Infantaria de Selva.
Símbolo do Exército Brasileiro
País
Corporação
Subordinação
Missão
Sigla
Criação
Aniversários
Patrono
Marcha
Lema
Cores
Mascote
Brasil
Forças Armadas do Brasil
Ministério da Defesa
Força Terrestre
EB
1822
19 de abril (Batalha dos Guararapes, em 1648)
Luís Alves de Lima e Silva
Canção do Exército
Braço forte, mão amiga
Verde Oliva
Jaguar
História
Guerra/Batalhas
1) Guerra contra Artigas - (1816-1820)
2) Guerra da Independência - (1821–1824)
3) Confederação do Equador - (1824)
4) Guerra da Cisplatina - (1825 -1828)
5) Revolta dos Malês (1835)
6) Cabanagem - (1835 - 840)
7) Guerra dos Farrapos - (1835–1845)
8) Balaiada - (1838–1841)
9) Revolta Praieira - (1848–1849)
10) Guerra do Prata - (1851–1852)
11) Guerra Grande - (1864–1865)
12) Guerra do Uruguai - (1864)
13) Guerra do Paraguai - (1864–1870)
14) Revolta da Armada - (1893–1894)
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15) Revolução Federalista - (1893-1895)
16) Guerra de Canudos - (1896–1897)
17) Revolução Acriana - (1899–1903)
18) Guerra do Contestado - (1912–1916)
19) Primeira Guerra Mundial - (1917-1918)
20) Revoltas Tenentistas - (1922–1927)
21) Revolução de 1930 - (1930)
22) Revolução Constitucionalista - (1932)
23) Intentona Comunista - (1935)
24) Segunda Guerra Mundial - (1942–1945)
25) Guerra Fria - (1964–1985)
26) Operação Power Pack - (1965–1966)
27) Guerrilha do Araguaia - (1972–1974)
28) Operação Traíra - (1991)
Missões da ONU
1) Suez - (1956 –1967)
2) Moçambique - (1992–1994)
3) Angola - (1995 –1997)
4) Timor - Leste - (1997–1999)
5) Haiti - (2004 – presente)
Logística
Efetivos 219.663 militares